quarta-feira, 31 de outubro de 2007

'AconteceuEu não estava à tua esperaE tu não me procuravasNem sabias quem eu eraEu estava ali só porque tinha que estarE tu chegaste porque tinhas que chegarOlhei para tiO mundo inteiro parouNesse instante a minha vidaA minha vida mudouTudo era para ser eternoE tu para sempre meuOnde foi que nos perdemos?O que foi que aconteceu?Tudo era para ser eternoE tu para sempre meuOnde foi que nos perdemos, meu amor?O que foi que aconteceu?AconteceuChama-lhe sorte ou azarEu não estava à tua esperaE tu voltaste a passarNunca senti bater o meu coraçãoComo senti ao sentir a tua mãoNa tua boca o tempo voltou atrásE se fui loucaEssa loucuraEssa loucura foi pazTudo era para ser eternoE tu para sempre meuOnde foi que nos perdemos?O que foi que aconteceu?Tudo era para ser eternoE tu para sempre meuOnde foi que nos perdemos, meu amor?O que foi que aconteceu?'
Ana Moura
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007

- ........ paposecos!
- Quer o quê, menina?

Estas gentes de Lisboa têm uma falha tão grande no que diz respeito a regionalismos..! pff!
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terça-feira, 18 de setembro de 2007

Um lanche na baixa é a oportunidade que tanto anseiam para conhecer o membro nº 104 de um qualquer grupo espirita.
Segundo o senhor, basta colocar a música bem alto, tapar os olhos e conseguem comunicar com quem está lá em cima, na universidade da vida.... e olhem que ele já falou com Adolfo Hitler e com o Papa!

ps: contactar para informação adicional!
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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Idealizar

"Um dia, irás perceber que gostar de alguém, em segredo, é (simplesmente) idealizar; desejar que uma ideia venha até nós sem fazermos nada para ir ao seu encontro. Um dia irás perceber que idealizar é dizer adeus sem dar por isso."
Eduardo Sá
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domingo, 2 de setembro de 2007

"O jeito"

Flyer encontrado numa loja do Bairro Alto:

"A vida nao dá jeito! Traz-nos coisas quando ainda não estamos preparados para elas. Coloca-nos os desafios pela frente quando não sabemos se os conseguimos superar. Por isso lhes chamamos desafios. Desenvolvermo-nos é responder a eles, superando-os ou não, mas de qualquer forma saindo da experiência diferentes do que nela entrámos.

A maioria das pessoas preocupa-se em agradecer a quem ajuda. Pretende facilidades para fazer brilhar as suas capacidades. É sinal de discernimento agradecer a quem nos dificulta a vida; a quem, intencionalmente ou não, faz com que o caminho não nos seja leve e simples, fornçando-nos a mudar constantemente o que somos, para podermos ser melhores que nós.

(...)

Cada acontecimento difícil ou negativo encerra em si uma oportunidade de desenvolvimento. Saber isto é simples conhecimento. Conseguir ver essa oportunidade nos momentos de maior sofrimento, que é quando dela mais precisamos, é o cerne da sabedoria."

in Ricardo Vargas, "A vida não dá jeito"
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